AMARILHA, Marly. O lúdico na literatura: o caso da poesia. In: AMARILHA, Marly. Estão mortas as fadas? 8. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. Caio Romero* Marly Amarilha, no livro “Estão mortas as fadas?”, dedica um capítulo para o que chama de “problemática relação dos professores com a natureza prazerosa do texto”. [...]
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[Resenha Crítica] O lúdico na literatura: o caso da poesia (Amarilha)
Publicado: agosto 15, 2011 em Caderno OnlineTags:Amarilha, Lúdico, Literatura, poema, poesia, Resenha
Vai, nasce, cresce e morre. Morre feliz. Sem remorso ou culpa. Envelheça, aborreça, ah… não se esqueça de amar; Ame outro alguém como quem não tem ninguém e se apega a si só, sem dó, rancor ou furor do porvir. Enrugues sem pressa, com modéstia e afeto para com o presente. Desligue-se da preocupação [...]
No meio do caminho
Publicado: outubro 30, 2010 em PoesiasTags:Carlos Drummond de Andrade, pedra no caminho, poesia
No meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra. Nunca me esquecerei desse acontecimento na vida de minhas retinas tão fatigadas. Nunca me esquecerei que no meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho no [...]
Vê que… “Quero apenas andar o pouco que os passos me levam. Em uma, duas, três… rápidas passadas largas; já que não é chegada, tão somente caminho.”
Rapidinha aqui para fazer propaganda do blog, especificamente de poesias, da minha garota: Vida e Poesia “A Poesia não se entrega a quem a define.” (Mário Quintana) Vida e Poesia Clique na imagem para acessar o blog “Vida e Poesia” da minha Dri, ou acesse o link abaixo: http://a-vida-e-poesia.blogspot.com/ Poesias de autoria própria [...]
Grande nau do infinito Atributo do atrito Em meio ao mar Corrimão da lucidez Enrustida na nudez De um grão-sertão Correção do juízo de valor O julgar o horror pela audição Diz: não.
Mãos sujas da desgraça que assujeita sem saber, Como um relato manuscrito para quem lê e não entende Mas sabe bem o motivo para que tudo ocorresse como foi. Bem queria eu ser o dono do que me aproprio, Daquilo que penso, mas não sinto; que faço, mas não importa. Eu amo, amei, penso [...]
Para abrir essa seção do blog (parado por um tempo) aqui vai o resultado de um momentinho de inspiração que foi parar entre as poesias classificadas para o Varal de Poesias de 2009 – evento promovido pela Faculdade Estadual de Ciências e Letras de Campo Mourão (FECILCAM). Eis aí o momento “fênix” do blog. . [...]